Politica

Trump diz que vão governar a Venezuela após captura de Maduro

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que os EUA assumiriam temporariamente o governo da Venezuela após a eventual captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, a quem voltou a chamar de ditador. A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa realizada em Mar-a-Lago, na Flórida.

Segundo Trump, a medida teria como objetivo garantir uma transição política segura, organizada e estável no país sul-americano, que enfrenta uma crise política e econômica há anos.

Governo temporário dos EUA na Venezuela, diz Trump

Durante a coletiva, Trump declarou que os Estados Unidos não permitiriam que outro grupo assumisse o poder de forma imediata, para evitar que os mesmos problemas políticos se repitam no futuro.

“Vamos governar o país até que possamos fazer uma transição segura, adequada e sensata. Não queremos que outra pessoa assuma o poder e que a situação se repita por muitos anos”, afirmou o presidente.

A fala reforça o tom duro adotado por Trump em relação ao governo de Nicolás Maduro, frequentemente criticado por violações de direitos humanos e pela condução da crise venezuelana.

Trump não define prazo para transição na Venezuela

Apesar das declarações, Trump não informou quanto tempo essa transição duraria nem apresentou detalhes sobre como ocorreria uma eventual administração direta dos Estados Unidos na Venezuela. Também não foram citados mecanismos legais, diplomáticos ou militares que sustentariam a ação.

Especialistas em relações internacionais avaliam que declarações desse tipo aumentam a tensão diplomática na América Latina e levantam questionamentos sobre soberania nacional e direito internacional.

Repercussão internacional e silêncio do governo venezuelano

As declarações de Trump repercutiram rapidamente no cenário internacional. Até o momento, o governo da Venezuela não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.

O tema deve continuar gerando debates entre líderes políticos, analistas e organismos internacionais, especialmente diante do impacto que uma intervenção desse porte teria na região.

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Eve Araujo

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